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SIMPATIAS DE MATEUS

 

    Este é considerado o primeiro dos evangelhos sobre a vida de Cristo e foi escrito por Mateus, também chamado Levi. Era um judeu que cobrava impostos para os romanos, em Cafarnaum, o que não o tornava muito popular entre sua gente. Quando Jesus o convidou para ser seu discípulo, deixou tudo e o seguiu.

    Os estudiosos das Sagradas Escrituras admitem que Mateus escreveu esse primeiro evangelho para convencer os judeus de que Jesus era o Messias prometido.

    Foi escrito em hebraico, tenso sido concluído por volta de 42-48 d.C. e o que se ressalta de sua narrativa é que, pelo seu conteúdo e pela forma como são apresentados os assuntos, Mateus foi uma testemunha ocular da vinda de Cristo. O livro pode ser dividido em quatro partes distintas, que são:

                1. Os primeiros anos de Cristo (1-3).
                2. O ministério na Galiléia (4-18).
                3. O ministério na Judéia (19-25).
                4. O últimos dias (19-25).

    Por ser um dos livros chaves do cristianismo, muitas de suas passagens inspiraram as mais diversas simpatias populares, para os mais diversos fins, todas demonstrando a fé e a crença popular na divindade de Cristo.

   A ÁRVORE IMPRODUTIVA

   A consciência ecológica e a devastação indiscriminada das nossas florestas levou o homem a uma nova postura diante da natureza, ferindo frontalmente os preceitos estabelecidos a partir do Novo Evangelho.

   Hoje uma árvore vale pelo que ela representa no processo de extinção de nossas florestas e não pelo que ela produz. Antigamente, os agricultores não hesitavam em cortar pela raiz as árvores que não produziam, usando seus machados, queimando-as em seguida. 

   É claro que, em seguida, plantavam uma outra, esperando que essa produzisse. (Mt 3:10)

   A PALHA DO TRIGO

   As modernas técnicas de agricultura não recomendam esse tipo de atividade, mas no passado sempre foi prática dos agricultores queimar a palha que sobrava na lavoura, depois da colheita, fosse ela de arroz, de trigo, de milho ou de outro produto, incorporando as cinzas em seguida. (Mt 3:12)

   O BATIZADO

   O batizado de uma criança antigamente era considerado um acontecimento, porque representava sua entrada no corpo da igreja. Predominavam naquela época as tradições católicas, mas, mesmo assim, havia algumas simpatias que não havia como o padre evitar que fossem realizadas.

   Uma delas consistia em pôr na testa da criança uma pena de pombo, tão logo fosse encerrado o batismo, simbolizando a pomba do Espírito Santo que desceu sobre Cristo, no momento do batismo feito por São João. (Mt 3:16)

   A PROTEÇÃO DO ANJO DA GUARDA

   Retorna com força nova o contato com os Anjos Mensageiros, encarregados pelo Criador de intermediar a comunicação entre os homens e a divindade.

   As Simpatias para os Anjos retornam agora com novo alento, fruto de uma espiritualização que estava prevista e que será marcante nesse final de milênio.

   Se você já estabeleceu ou tenta estabelecer contato com seu Anjo Mensageiro, experimente acrescentar a sua invocação uma adaptação do Evangelho de São Mateus:

                   "Confiou Deus ao seu Anjo o cuidado de mim e ele me tomará nas mãos, para que eu não tropece com o meu pé na
                pedra." (Mt 4:6)

   O CONSOLO NAS ADVERSIDADES

   Antigas práticas estão desaparecendo, principalmente depois que a religião se tornou um artigo de consumo e os fiéis estão sendo disputados num mercado semelhante ao Templo de Jerusalém, perdendo aquela fé espontânea e simples de antigamente.

   Isso pode ser percebido nas casas hoje em dia, onde não se vê símbolos religiosos, mas cartazes com fotografias de artistas e jogadores, verdadeiros ídolos a quem são prestadas reverências.

   Antigamente, porém, era comum nas casas a existência de um quadro do Sagrado Coração de Maria ou do Sagrado Coração de Jesus, tendo, no seu verso, copiado, em papel branco, as bem-aventuranças. (Mt 5:1-12)

   A LUZ DO MUNDO

   Muitos chamavam de superstição, outros chamavam de crendice, outros de falta de conhecimento e de cultura, mas o fato é que o povo sempre interpretou a seu modo o que lia.

   A religiosidade que sempre caracterizou o brasileiro está presente em inúmeras simpatias, simples na aparência, que refletiam essa fé e esse desejo de se manter apegado a Deus.

   Uma antiga simpatia recomendava que, para que Jesus estivesse sempre presente naquele lar, jamais se cobrisse uma luz com uma vasilha, fosse essa luz uma vela, uma lamparina ou um lampião. (Mt 5:15)

   O FIO DO BIGODE

   A palavra de um filho de Deus sempre foi valiosa e tida como certa, diante de um compromisso assumido. Antigamente se afirmava que os contratos eram fechados com a aposição de um fio de bigode à cera que lacrava as assinatura, para provar que seria honrado.

   Hoje em dia é fácil alguém jurar por Deus e por qualquer coisa que se lhe pedir, para dar validade a sua palavra, e nem assim é conseguido, simplesmente porque aqueles que se afastam de Deus não têm credibilidade.

   Se você é justo e puro de coração, diga apenas Sim ou Não e sua palavra será aceita. (Mt 5:33-37)